18 outubro 2023

SENAPPEN coordena operação simultânea em 23 estados para retirada de celulares em unidades prisionais

Objetivo da Operação Mute é identificar e retirar celulares de presídios como forma de combater a comunicação ilícita do crime organizado.

Brasília/DF, 

18/10/2023

GEOP - Grupo Especial de Operações Penitenciárias em ação na Penitenciária de Pedrinhas - Maranhão
A Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN), do Ministério da Justiça e Segurança Pública, iniciou nesta segunda-feira (16) a Operação Mute de forma simultânea em 23 estados. 

O objetivo é identificar e retirar celulares localizados em unidades prisionais como forma de combater a comunicação ilícita do crime organizado e reduzir os índices de violência em âmbito nacional. 

A operação conta com a atuação de mais de 1300 policiais penais, entre federais e estaduais, em 76 unidades prisionais, e se estenderá até o dia 20 de outubro.

Operação Mute busca de celulares em Penitenciárias de MS - Presídios estão sendo
inspecionados, cumprindo orientação da Senappen - Foto: Divulgação
Policiais penais federais e estaduais estão agindo nos estados do Acre, Amapá, Bahia, Espírito Santos, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Roraima, Rio Grande do Sul, Alagoas, Amazonas, Ceará, Mato Grosso, Piauí, Santa
Catarina, Sergipe e São Paulo de forma coordenada. 

A Operação Mute se divide em dois momentos: primeiro cortar a comunicação com uso de tecnologia que embaralha o sinal e em seguida buscar os aparelhos com ações de revistas em pavilhões e celas.

Policiais Penais durante revista a presídio de Rio Branco. Foto: Clébson Vale/Iapen
O segundo dia de operação, dá sequência ao pente fino na busca de mais celulares. O saldo preliminar do primeiro dia, aponta que um número expressivo de celulares foi apreendido nas unidades prisionais e destaca que algumas unidades demostraram possuir uma rotina de controle efetiva com revistas frequentes e tiveram zero celulares no interior das unidades prisionais.

O diretor de Inteligência Penitenciária da SENAPPEN (DIPEN), Abel Barradas, destaca a importância e o ineditismo dessa operação que combina ferramentas de tecnologia com as ações de revistas no interior das unidades prisionais. 

Agente da Polícia Penal (Deppen-Paraná/Divulgação) 
“A Operação Mute é a maior em abrangência realizada pela SENAPPEN, pelo número de estados participantes e quantidade de policiais penais federais e estaduais envolvidos.A operação foi planejada para ocorrer ao mesmo tempo e de formar coordenada para interromper, localizar e buscar os aparelhos telefônicos no interior das unidades prisionais. Estou certo de que vamos alcançar nosso objetivo de impactar os índices da criminalidade violenta nas ruas, desarticulando as ligações das organizações criminosas e buscando manter a paz aos cidadãos de bem”, afirma o Abel.

Os aparelhos celulares, bem como outras soluções tecnológicas correlatas, são as principais ferramentas utilizadas pelo crime organizado para a perpetuação de delitos e o consequente avanço da violência nas ruas. 

A operação em Santa Maria envolveu mais de 240 agentes - Foto: Diego Mendes/Ascom Susepe

Essas comunicações proibidas configuram um problema nacional com sérios impactos sociais, psicológicos e econômicos. Por isso, a SENAPPEN está dedicando esforços juntamente com as administrações penitenciárias dos estados e do Distrito Federal para o desenvolvimento de ações que fortaleçam o sistema penal, bem como ações para combater todas formas de ilícitos”, destaca o secretário Nacional, Rafael Velasco. 

A operação em Santa Maria envolveu mais de 240 agentes - Foto: Diego Mendes/Ascom Susepe
 Fonte: Divisão de Comunicação Social da SENAPPEN

7 comentários:

  1. enquanto isso, nada do bônus, mais uma promessa descumprida, o secretario da casa civil falou com todas as letras, será pago em outubro, e até agora nada, ta difícil acreditar nesse governo.

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  2. Polícia penal em SP não existe. Os Agentes Penitenciários e AEVP do Estado devem ter vergonha na cara e realizar operação legalidade. É simples, fazer o procedimento padrão sem desvio de função. Abandonar o GIR pois não somos obrigados exercer essa função. Deixe o batalhão de choque da PM fazer esse serviço como era antes e deixe a cadeia estourar e os PM arregar dentro do resudio

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  3. Sem GIR , PM atuando e nova cagada como CARANDIRU. Só assim agentes penitenciários terão seu valor reconhecida pela sociedade e pelo Governo.

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  4. Kkkk e vc está convidado

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