Estudante da Ufscar estava embriagado e foi abandonado por um motorista de Uber no meio de uma estrada, em Votorantim, interior de São Paulo
Por Da Redação 29 ago 2017,
22h39 - Publicado em 29 ago 2017, 20h14
O estudante de engenharia florestal Bruno Henrique Bossolani, de 19 anos, encontrado morto no último dia 22, em Votorantim, interior de São Paulo, foi assassinado por ter mantido um relacionamento com a namorada de um integrante do Primeiro Comando da Capital (PCC).
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| Estudante universitário é morto por ficar com namorada de membro do PCC - Jornal O Popular |
A versão foi dada à Polícia Civil por um suspeito de participação no crime, Ramon Lucas Lopes, de 18 anos, preso nesta terça-feira, em Araçoiaba da Serra, cidade da região. Ele confessou ter ajudado o primeiro suspeito, Alan de Oliveira Paes, de 20 anos, a matar o estudante a pedradas.
Morador de Tabapuã, região norte do Estado, Bossolani estava havia um ano e meio em Sorocaba, estudando no campus local da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). De acordo com a Polícia Civil, naquela noite, ele participou de uma festa universitária e seguia para casa de Uber, mas havia bebido muito e vomitou no carro. Como não tinha dinheiro suficiente para a corrida, o motorista o abandonou na rodovia João Leme dos Santos.
Na altura do bairro Green Valley, segundo o delegado José Antonio Proença de Melo, o estudante encontrou os dois rapazes e, alcoolizado, contou que teria se relacionado com uma menina conhecida de um deles. “O rapaz de 20 anos havia namorado a garota e, como membro do PCC (Primeiro Comando da Capital), considerou o comportamento do estudante inadmissível e o sentenciou à morte”, disse Melo.
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| O estudante Bruno |Henrique Bossolani, assassinado em Votorantim, interior de São Paulo (Bruno Henrique Bossolani/Reprodução/Facebook) |
Ainda conforme a versão do segundo suspeito, eles tentaram enforcar Bossolani com uma gravata e, no esforço, quebraram seu braço. Foi então que decidiram atingi-lo com pedradas. O corpo foi abandonado em uma área de descarte de entulhos.
O delegado considerou o crime como um homicídio triplamente qualificado, pelo meio cruel, motivo torpe e sem dar chance de defesa à vítima, que estava embriagada. Ele deve pedir a prisão preventiva dos suspeitos, já presos temporariamente.
A polícia identificou e ouviu o motorista do Uber, que também pode ser incriminado por omissão de socorro, já que o rapaz passava mal e foi abandonado. Uma garota que também estava no local ainda será ouvida pela polícia.
(Com Estadão Conteúdo)
Fonte: Revista Veja








Mas como sempre esses bandidos terão toda a proteção dos Direitos Humanos dentro do sistema prisional, lá não podemos demorar 5 minutos para socorrer preso que nem está com urgência médica, muitas vezes é um mal estar que qualquer pessoa tem e quando está fora da prisão muitas vezes nem no médico vai, ah! Mas o preso! Coitado! Esse pode matar e roubar e não pode esperar 3 minutos que sejam para um atendimento!
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