Caso aconteceu na tarde de sexta-feira (10) no bairro Vila Rica e é investigado pela Polícia Civil. Troca de tiros teria ocorrido após discussão sobre herança.
Por g1 Vale do Paraíba e Região
11/04/2026
Pizzaria onde aconteceu o crime, segundo o boletim de ocorrência - Imagem: Reprodução/TV Vanguarda
Um homem morreu e um policial penal que ajudava em uma reforma no estabelecimento ficou ferido após uma troca de tiros em uma pizzaria, em Pindamonhangaba, na tarde desta sexta-feira (10).
De acordo com o boletim de ocorrência da Polícia Civil, o crime aconteceu em um estabelecimento que fica na Avenida Abel Corrêa Guimarães, no bairro Vila Rica. Os disparos teriam sido efetuados após uma discussão entre homens por causa de uma disputa por herança.
Segundo o registro da polícia, o homem que morreu, identificado como Altair da Silva, de 46 anos, teria ido até a pizzaria, onde discutiu com outras pessoas em um desentendimento relacionado a uma disputa por herança. Após a discussão, o homem foi embora.
Ainda segundo o boletim, pouco tempo depois, Altair teria retornado em um automovel chevrolet ônix, armado e efetuado disparos contra uma das pessoas na pizzaria, um policial penal de 38 anos, que foi ferido por um tiro durante a ação.
Ainda segundo o boletim, o policial penal reagiu aos disparos utilizando a sua arma particular, efetuando tiros em resposta à agressão. Altair acabou sendo atingido pelos tiros disparados pelo policial e morreu no local. Já o policial penal foi ferido no dedo anelar, recebeu atendimento e passa bem.
A Polícia Civil registrou inicialmente o caso como tentativa de homicídio, ameaça e homicídio consumado. No entanto, também foi apontada, de forma preliminar, a possibilidade de legítima defesa por parte do policial penal, que teria reagido à agressão de Altair.
Imagem: Monatagem de Marcelo Caltabiano T7 NEWS/Arquivo
Uma testemunha ouvida pela polícia afirmou não ter presenciado a troca de tiros, relatando apenas ter ouvido os disparos no interior do estabelecimento.
Durante a ocorrência, as armas de fogo um revolver calibre .32 de Altair e um revolver calibre .38 do policial penal foram apreendidas e encaminhadas para perícia. O veículo Ônix utilizado por um dos envolvidos também foi periciado e liberado no local.
O caso segue sob investigação da Delegacia de Pindamonhangaba, que apura a dinâmica completa do crime.
Ao g1, a advogada Bianca Las Heras, que representa o policial penal envolvido no caso, dise que "sua conduta se deu em legítima defesa, diante de uma injusta e atual agressão praticada por indivíduo armado, circunstância expressamente reconhecida pela autoridade policial que atendeu a ocorrência na data dos fatos".
"Em razão desse enquadramento jurídico, não houve prisão em flagrante, tampouco qualquer manutenção de custódia, tendo o investigado sido regularmente liberado após a análise do Delegado de Polícia. Ele permanece à disposição das autoridades e colaborará integralmente com as investigações para o completo esclarecimento dos fatos", diz a nota.
Homem de 35 anos qure está custodiado no CPP de Mongaguá e prestava serviços externos foi indiciado; além dele, um adolescente, de 17, também foi apreendido.
ATribuna.com.br
11 de abril de 2026
Abordagem ocorreu enquanto detentos realizavam serviço municipal; entorpecentes e rádios comunicadores foram apreendidos - Imagem: Divulgação/Polícia Militar
Um preso de 35 anos, que cumpria pena em regime semiaberto, foi preso em flagrante por tráfico de drogas, ameaça e corrupção ativa na tarde de terça-feira (7), enquanto realizava um serviço para a Prefeitura de Praia Grande, no litoral de São Paulo. Um menor, de 17 anos, que estava com o detento, foi apreendido.
De acordo com o 45º Batalhão da Polícia Militar do Interior (BPM/I), policiais militares patrulhavam em uma área conhecida pelo tráfico no bairro Tude Bastos, quando suspeitaram das atividades da dupla.
Ao notar a aproximação da viatura, o menor fugiu, enquanto o homem – vestindo uniforme prisional e com uma mochila – correu em direção a um ônibus utilizado para transporte de detentos, mas acabou sendo capturado.
A mochila descartada pelo suspeito também foi localizada pelos agentes. Segundo a corporação, dentro dela, foram encontradas porções de maconha e cocaína, dinheiro em espécie, cigarros, uma faca, uma tesoura, rádios comunicadores, carregadores de tornozeleira eletrônica e até uniformes penitenciários.
Durante a abordagem, equipes de apoio foram mobilizadas após outros detentos tentarem interferir na ação policial. Segundo o 45º BPMI, durante a abordagem, o homem teria agredido e ameaçado um dos agentes. A SSP-SP acrescentou que, além disso, ele ofereceu dinheiro para conseguir entrar na unidade prisional com o material apreendido.
O adolescente foi localizado posteriormente em uma praça. De acordo com a SSP-SP, inicialmente, nada de ilícito foi encontrado com ele. No entanto, após consulta pelo local, os policiais constataram que ele havia descartado dinheiro e porções de maconha nas proximidades.
Ao todo, foram apreendidos 355 gramas de maconha e 38 gramas de cocaína, além de rádios comunicadores, baterias de tornozeleiras eletrônicas e dinheiro. O caso foi registrado como tráfico de drogas, ameaça, corrupção ativa e tentativa de favorecimento pessoal. Os dois permaneceram à disposição da Justiça.
Posicionamentos
Em nota, a Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) informou que o homem cumpria pena no Centro de Progressão Penitenciária (CPP) de Mongaguá e realizava trabalho externo para a Prefeitura de Praia Grande. Segundo a pasta, um Procedimento Apuratório Disciplinar foi instaurado, e o caso comunicado ao Juiz Corregedor.
“Esclarecemos que o fato trata-se de um caso isolado, sendo que, atualmente, 250 reeducandos trabalham diretamente para a prefeitura de Praia Grande. Os custodiados que fazem esse trabalho são monitorados diariamente e o flagrante prova que esse monitoramento é bem sucedido na prevenção de ilícitos”, afirmou a SAP.
Também por nota, a Prefeitura de Praia Grande informou que comunicou imediatamente o CPP de Mongaguá e a Fundação Prof. Dr. Manoel Pedro Pimentel (Funap), responsável pela gestão dos reeducandos em atividades externas.
A administração destacou que mantém convênio para serviços como zeladoria urbana e manutenção de áreas públicas, política voltada à ressocialização. Atualmente, mais de 350 reeducandos atuam nessas frentes, sob acompanhamento e com retorno monitorado às unidades prisionais ao fim do expediente.
O Município reforçou que “não compactua com qualquer irregularidade e continuará colaborando com os órgãos competentes para o esclarecimento dos fatos, mantendo seu compromisso com a legalidade, a segurança da população e as políticas de reintegração social”.
Em oitiva, Marcello Streifinger, chefe da pasta de Administração Penitenciária, afirmou que não há previsão para recomposição inflacionária, mas destacou planos de qualificação e progressão.
Fernanda Franco - Fotos: Bruna Sampaio
09/04/2026
A Comissão de Segurança Pública e Assuntos Penitenciários da Alesp recebeu, na quarta-feira (8), o secretário da SAP, Marcello Streifinger, para prestação de contas do andamento da gestão - Imagem: Alesp
A Comissão de Segurança Pública e Assuntos Penitenciários da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo recebeu, nesta quarta-feira (8), o secretário de Administração Penitenciária, Marcello Streifinger, para prestação de contas do andamento da gestão. A oitiva foi marcada por cobranças de parlamentares sobre a falta de valorização dos policiais penais no estado.
Na abertura da reunião, o secretário afirmou que, desde a criação da polícia penal estadual, em 2024, a gestão tem buscado valorizar a categoria. "A administração penitenciária vem corroborando, desenvolvendo e fortalecendo o trabalho da polícia penal", declarou.
Streifinger também destacou avanços na carreira ao longo do último ano com ações da Coordenadoria de Ensino, voltadas à qualificação e progressão desses profissionais.
Os parlamentares demonstraram ampla preocupação com a atual situação dos policiais penais, uma vez que a categoria não foi contemplada no projeto de valorização das forças de segurança, que recebeu um reajuste de 10%. Também evidenciaram a insatisfação dos policiais penais e pressionaram por medidas que garantam melhores condições de trabalho e valorização.
A Comissão de Segurança Pública e Assuntos Penitenciários se reuniu no Plenário Jose Bonifácio - Imagem: Alesp
Desvalorização da categoria
O deputado Major Mecca (PL), presidente da Comissão, pontuou que a categoria está frustrada e insatisfeita com a atual gestão. "O governador não cumpriu os compromissos que assumiu com os policiais e isso é um exemplo claro de má gestão dos recursos públicos", criticou.
Para o deputado Reis (PT), a situação configura uma decisão política. "O governo fez uma escolha ao atender a polícia civil e militar", afirmou. Ele destacou a baixa atratividade da carreira, pois "o concurso exige ensino superior, mas o salário não é atrativo".
Nesse sentido, o deputado Capitão Telhada (PP) sugeriu que haja uma valorização da meritocracia no plano de carreira a longo prazo. Atualmente, todos os cargos de diretoria são feitos por indicação. "A ideia é que o policial penal vá progredindo na carreira. A cadeia é um ambiente tenso e de risco. Ser policial penal é uma das funções mais difíceis de lidar no dia a dia", disse.
Já a deputada Mônica Seixas do Movimento Pretas (Psol) chamou atenção para as condições de trabalho. "Os trabalhadores prisionais reclamam de jornadas extenuantes, falta de folga e cansaço extremo", disse.
Segundo o secretário, o déficit atual de policiais penais é de cerca de 30% - com 24 mil policiais penais em atividade frente a uma necessidade de 34 mil. Considerando áreas administrativas e de saúde, esse número pode chegar a 40%.
"Nas atividades de saúde, queremos complementar com contratações de grupos multidisciplinares que estão nas unidades. Quanto à administração, estamos buscando uma lei que permita que policiais penais aposentados possam trabalhar no setor", justificou.
Sobre a ausência de reajuste salarial, Streifinger disse que não há previsão de recomposição inflacionária. "Essa é uma situação técnica que submergiu em face da falta de condições de estender os 10% para todos. Os policiais penais não tiveram reajuste salarial por uma questão de limitação orçamentária", declarou.
Quanto a progressão da carreira para cargos de diretoria, o secretário explicou que a própria polícia, por meio da sua coordenadoria de ensino, oferecerá uma pós-graduação lato sensu para formar gestores do sistema prisional. "Esse curso vai ser um avanço muito positivo na profissionalização da polícia penal, porque vai dar base para gerenciar um sistema prisional", disse.
Assista à reunião, na íntegra, na transmissão feita pela TV Alesp:
Fonte: Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo/Alesp
Contraponto:
Chuva de mentiras e omissões
Mentiras ditas de forma fria e calculista, pois um pseudo administrador que se dispões a conceder a quantia de R$85 bilhões de reais em renúncia fiscal em pleno ano eleitoral, ou seja deixa de arrecadar dinheiro de impostos para beneficiar amigos, banqueiros, e outros que investiram em sua campanha no ano de 2022, deixa exposto que seu comporomisso é apenas consigo próprio e com suas ambições políticas.
Tal decisão mostrou à todos que está pouco se lixando para os servidores públicos, e isso se reflete na ausência de previsão orçamentaria para que seja necessário a concessão de reajustes e de recomposições inflacionárias aos servidores, pois tal quantia é nada mais, nada menos que quase 1/4 de todo o orçamento anual do Estado de São Paulo.
Omissões porque não foi falado de forma clara e objetiva aos deputados a situação que se encontra de fato o quadro de servidores do 8º maior Sistema Prisional do Planeta Terra, e o maior de toda a América do Sul. Omitido a situação de sua falta de equipamentos, viaturas, armas curtas e longas, uniformes, munições, coletes a prova de balas, alimentação decente, unidades prisionais com estruturas decadentes, precarizadas e em sua maioria sem as devidas manutenções, assim como suas viaturas equase tudo o mais que la se encontra.
A única saida plausivel para todos os servidores do sistema prisional, bem como de toda a segurança pública, é tirar a ideologia política de suas vidas, pois isso acabamos de comprovar que não coloca comida na mesa de nossos familiares, e sim, mudar o disco e tentarmos eleger qualquer candidato que tenha de fato um compromisso progressista com os trabalhadores.
Pois antes de sermos policiais, somos trabalhadores que cumprem jornadas de trabalho estafantes em ambientes que se assemelham a própria antessala do inferno na Terra, somos pais e somos mães, somos esposas e somos maridos, somos filhos e somos filhas, temos familias e elas necessitam de nossas contribuições pecuniárias para que sejam mantidos com respeito e o mínimo de conforto, pois onde falta o pão e o dinheiro para o básico, não há amor que resista.
O amor por políticos nos levou a decepção, humilhação e vergonha de ser tratados como lixos, mesmo tendo cada um de nós dado o melhor para a Secretaria, e isso sempre iremos fazer de qualquer maneira, pois somos pessoas de caráter e com objetivos claros, cumprir com a missão a qualquer custo. Mas isso não nos obriga a manter no Bandeirantes, uma pessoa que faz escolhas preferenciais e trata os iguais com desigualdades, que não valoriza a Polícia Penal e nem a respeita!
Só para lembrar, tanto Streifinger, quanto seu Adjunto receberam os 10% dados a PMSP.
Imaginem isso com mais os 10% dados retroativos a 1º de abril de 2026, tá preocupado com os salários da PP? Fala sério.....Imagem: Transparência/SP
Nomeação para a Secretaria de Sistemas Penal e Socioeducativo foi confirmada pelo governador Eduardo Leite.
Por Ascom SSPS
Publicação: 09/04/2026
Cesar Kurtz assume a titularidade da SSPS - Imagem Gabriel Centeno/Ascom SSPS
Foi anunciado nesta terça-feira (7/4), pelo governador Eduardo Leite, o novo titular da Secretaria de Sistemas Penal e Socioeducativo (SSPS). Cesar Atílio Kurtz Rossato, que já ocupava o cargo de secretário-adjunto da SSPS, será o primeiro policial penal a responder pela pasta, antes comandada por Jorge Pozzobom, que passa a atuar na Casa Civil.
“Assumo com absoluto senso de responsabilidade. Nos últimos anos, avançamos de forma consistente, seja na ampliação e qualificação das unidades, seja no fortalecimento da gestão, assim como no uso de novas tecnologias e consolidação de políticas voltadas à segurança, à legalidade e respeito aos direitos fundamentais. Esses avanços não são fruto do trabalho de uma ou outra pessoa, mas de toda uma categoria de servidores e gestores comprometidos com a Instituição", disse.
Natural de Santa Maria, Kurtz é bacharel em Direito pela Universidade Federal do Rio Grande (Furg), possui pós-graduação em Segurança Pública e Cidadania e em Direito Penal e Criminologia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS).
"Esses avanços não são fruto do trabalho de uma ou outra pessoa, mas de toda uma categoria de servidores", afirmou o secretário - Imagem: João Pedro Rodrigues/Secom
Ingressou na Polícia Penal em 2014 e, desde então, atuou na Penitenciária Estadual de Arroio dos Ratos, na Divisão de Controle Legal — vinculada ao Departamento de Segurança e Execução Penal — e no Instituto Penal de Monitoração Eletrônica da Região Metropolitana.
Em 2021, foi cedido à então Secretaria de Justiça e Sistemas Penal e Socioeducativo, onde ficou lotado na Assessoria de Relações Institucionais, posteriormente integrando o Gabinete do Secretário. Desde 2023, com a criação da atual SSPS, atuava como secretário-adjunto da pasta, responsável pelas políticas do sistema prisional e socioeducativo.
Com duas vinculadas, a Polícia Penal e a Fundação de Atendimento Socioeducativo (Fase), o secretário assume a pasta em um momento histórico, especialmente para o sistema prisional gaúcho.
O governo do Estado terá investido de 2019 até 2026 mais de R$ 1,4 bilhão em novas unidades prisionais, reforma das atuais estruturas, equipamentos, material bélico e tecnologias.
Em breve, também será inaugurado o Centro de Atendimento Socioeducativo de Osório, após oito anos sem aberturas de novas vagas no sistema.
A Polícia Militar foi acionada e, ao chegar ao local, encontrou a vítima ferida com a criança no colo.
TV HORTOLÂNDIA
09/04/2026
O policial penal trangrediu ao ignorar medida protetiva de uirgência ja emanada pela Justiça - Imagem: Reprodução
Segundo o boletim de ocorrência, o agressor ignorou uma medida protetiva de urgência que já estava em vigor, proibindo-o de se aproximar da mulher.
Um policial penal foi preso em flagrante na última quarta-feira (8) sob a acusação de tentativa de feminicídio, descumprimento de medida protetiva e lesão corporal.
O crime ocorreu em um apartamento da cidade, onde o suspeito teria atacado a ex-companheira e a filha do casal, uma bebê de apenas 8 meses.
Em depoimento à Polícia Civil, a vítima relatou ter sido:
Agredida fisicamente e enforcada durante uma discussão;
Surpreendida pela violência do ataque, que fez com que a bebê caísse no chão, resultando em ferimentos na criança
O caso foi encaminhado e registrado na Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Hortolândia.
O suspeito permanece à disposição da Justiça e responderá por três crimes principais:
Tentativa de feminicídio;
Descumprimento de medida protetiva;
Lesão corporal contra menor de idade.
A Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) informou que já foi notificada sobre a prisão do servidor e que o caso segue sob investigação administrativa e criminal.
Segundo o Governo de São Paulo, com o projeto, as diárias, que antes eram de 21.690 por mês, aumentaram para 26.700.
Helena Barra e Yasmin Silvestre, da CNN Brasil*, em São Paulo
26/03/26
Na maioria das vezes, longe de seus familiares, sem contatos com seus laços mais sagrados, resta ao Policial Penal, o trabalho em dobro para fazer com que o pão chegue às mesas dos filhos - Imagem: Leandro Leandro
O Governo de São Paulo autorizou, nesta quarta-feira (25), a criação de 5 mil novas vagas para jornadas extras de trabalho, ou diárias especiais dos policiais penais, chamadas DEJEPs (Diárias Especiais por Jornada Extraordinária de Trabalho Penitenciário).
Segundo o Governo, a medida é voltada para policiais penais vinculados à SAP (Secretaria da Administração Penitenciária). Com o projeto, as diárias, que antes eram de 21.690 por mês, aumentaram para 26.700.
Para a medida serão utilizados R$15 milhões para pagamento. Anteriormente, os policiais penais já haviam sido beneficiados com o fim do desconto do Imposto de Renda para o pagamento das DEJEPs.
A iniciativa tem como objetivo ampliar e promover maior eficiência na execução de políticas de segurança, disciplina, escolta e custódia de presos, buscando a prestação de serviços de qualidade.
Os Policiais penais terão como aumento, apenas uma carga maior de trabalho se quiserem ter alguma diferença nos salários - Imagem: Governo de São Paulo
A medida corresponde a oito horas contínuas fora da jornada normal de trabalho do servidor, limitadas a dez jornadas mensais para a classe. Além disso, a participação é facultativa.
Como se inscrever?
O servidor interessado deve se inscrever em uma "Lista Única" na sua unidade prisional. De acordo com o Governo, o servidor não pode realizar a DEJEP se estiver afastado — licença médica, por exemplo — com exceção feita ao gozo de licença-prêmio em alguns casos específicos.
Nas imagens, o servidor aparece sendo atingido por uma sequência de golpes, incluindo socos, chutes e joelhadas desferidos pela companheira.
Carlos Carone
24/03/2026
Mulher não perdoou o companheiro e desceu socos, joelhadas e chutes após descobrir traição - Imagem: Reprodução
Uma cena violenta e preocupante viralizou em grupos fechados de WhatsApp ligados à segurança pública do Distrito Federal, nos últimos dias. Um vídeo que passou a circular nas redes mostra o momento em que um policial penal é violentamente agredido pela própria companheira, em via pública. O motivo da agressão seria uma suposta traição.
Nas imagens, o servidor — que atua no Centro de Progressão Penitenciária (CPP), localizado no Setor de Indústria e Abastecimento (SIA) — aparece sendo atingido por uma sequência de golpes, incluindo socos, chutes e joelhadas. Durante a agressão, ele grita de dor e pede socorro a pessoas que estariam nas proximidades.
Em meio ao ataque, o policial chega a suplicar para que alguém “chame a polícia” e retire a mulher de cima dele, evidenciando o desespero diante da situação.
Surrado e armado
Um detalhe que elevou ainda mais o nível de preocupação foi o fato de o agente estar armado durante toda a ocorrência. Segundo as imagens, ele mantinha uma pistola no bolso enquanto era agredido, o que levanta questionamentos sobre os riscos envolvidos no episódio.
Procurada pela coluna, a Secretaria de Administração Penitenciária (Seape) confirmou que o homem envolvido é, de fato, um policial penal do Distrito Federal. Em nota, o órgão informou que já foi instaurado um procedimento de investigação preliminar para apurar a situação institucional do servidor.
A pasta também destacou que o episódio não ocorreu em frente ao Centro de Progressão Penitenciária (CPP), como chegou a ser especulado inicialmente.