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05 fevereiro 2026

Fuga frustrada: Preso é baleado ao tentar se evadir da Ala de Progressão da Penitenciária II de Potim/SP

Uma Fuga frustrada em Potim mobilizou agentes penitenciários na tarde desta quarta-feira (04/02), após um detento do regime semiaberto tentar escalar o telhado da ala de progressão da Penitenciária II.

THMais
05/02/2026
Complexo Penitenciário de Potim abriga as 02 Penitenciárias I e II do Potim - Imagem: Leandro Leandro
Um detento de 32 anos ficou ferido após uma tentativa de fuga na Penitenciária II de Potim, na tarde de quarta-feira (4). O caso ocorreu por volta das 17h, na ala de progressão do estabelecimento prisional, onde o custodiado cumpre pena no regime semiaberto.

De acordo com o registro policial, o sentenciado tentou escalar o telhado da unidade para fugir. Agentes penais posicionados nas torres de vigilância avistaram o homem e iniciaram os protocolos de contenção. Segundo os relatos, foram dadas diversas ordens de parada, que não foram acatadas pelo detento.

Para impedir a fuga, os agentes fizeram disparos de advertência e contenção. Um dos disparos, realizado com uma espingarda calibre 12, atingiu a coxa direita do preso. Outros dois agentes também realizaram disparos de apoio, mas esses não atingiram o custodiado.

A Penitenciária II do Potim tem capacidade para 844 presos, mas detém a custódia de
 apenas 327 presos, a Ala de Progressão comporta 219 reeducandos, mas tem sob custódia 129 - Imagem: Reprodução
O preso foi socorrido e encaminhado para a Santa Casa local, onde permanece internado sob escolta de agentes da Secretaria de Administração Penitenciária (SAP). 

O quadro de saúde é considerado estável, porém ele continua aguardando procedimento cirúrgico e regulação de vaga via sistema CROSS (Central de Regulação de Ofertas de Serviços de Saúde).

A arma que atingiu o detento foi apreendida pela Polícia Civil e passará por perícia no Instituto de Criminalística. O caso foi registrado como lesão corporal decorrente de intervenção policial no plantão de Aparecida e será investigado pela delegacia de Potim.

Fonte: THMais

El Cid: Chefe da Restrita Final do PCC, que driblou a Justiça de São Paulo é preso no Ceará, vídeo

A Polícia Militar do Ceará prendeu Sidney Rodrigo Aparecido Piovesan, 43, o El Cid, integrante da facção PCC (Primeiro Comando da Capital) que havia saído da prisão em 2022.

Josmar Jozino e Giovanna Galvani

Colunista do UOL e em colaboração para o UOL, em São Paulo

04/02/2026

Liderança do PCC em São Paulo, Sidney Rodrigo Aparecido, o "El Cid", foi preso na cidade de Eusébio (CE) - Imagem: Reprodução
Prisão ocorreu após abordagem de rotina em estrada. Segundo a PM-CE, ele foi identificado após a esposa ter sido presa por falsidade ideológica durante uma parada solicitada pelo Batalhão de Polícia de Trânsito Urbano e Rodoviário Estadual na madrugada. Ela estava indo para São Paulo, e foi presa em Iguatu.

A polícia cruzou dados de inteligência e encontrou onde a mulher morava. El Cid estava próximo à casa do casal, localizada em um condomínio de luxo cidade de Eusébio (CE). O BOPE e equipes do 15º Batalhão de Polícia Militar articularam a operação e capturaram o foragido, que também estava com documentos falsos.

Liderança do PCC em São Paulo, Sidney Rodrigo Aparecido, o "El Cid", foi preso na cidade de Eusébio (CE) - Imagem: Reprodução
El Cid possuía dois mandados de prisão em aberto e tem longa ficha criminal. Os mandados, por homicídio e regressão cautelar por associação para o tráfico de drogas, foram expedidos pelo Tribunal de Justiça de São Paulo. 

Antes disso, ele já havia sido acusado de tráfico de drogas e por tentar matar cinco PMs na zona sul paulista em março de 2014.

Ele foi entregue à Polícia Federal. O governador do Ceará, Elmano de Freitas (PT), comemorou a prisão nas redes sociais: "um dos bandidos mais perigosos do país", escreveu. "Parabéns a nossa polícia".

El Cid é um dos principais chefes da célula conhecida como "restrita final" do PCC. A célula é responsável por planejar e executar atentados contra agentes públicos. Na lista de alvos da restrita figuram nomes como o do promotor de Justiça de São Paulo, Lincoln Gakiya, e do coordenador dos presídios da região oeste de São Paulo, Roberto Medina. Ele também é investigado como um dos mentores do plano de sequestro contra o senador Sergio Moro (União Brasil-PR).

Polícia Civil de Presidente Prudente descobriu em julho do ano passado um plano para matar Gakyia e Medina. Uma operação foi deflagrada para desarticular os envolvidos no caso, conforme divulgado pelo UOL. Os agentes apuravam se El Cid foi quem deu a ordem dos ataques.

Penitenciária "Dr. Geraldo de Andrade Vieira", conhecida como P1 de São Vicente -Imagem: Divulgação/SAP/SP

Saiu pela porta da frente da PI de São Vicente

Ele saiu pela porta da frente da prisão em 2022. Em 22 de agosto de 2022, o Ministério Público pediu a preventiva dele pelos crimes de março de 2014. No entanto, ele foi liberado após o DEECRIM-7 (Departamento Estadual das Execuções Criminais da Região 7-Santos), deferir a progressão para o regime aberto devido a um boletim de ocorrência falso que supostamente demonstraria sua inocência. Quando a Justiça percebeu pedido de prisão preventiva formulado pelo Ministério Público contra El Cid, já era tarde

El Cid foi processado por tráfico de drogas em 2010, mas saiu em liberdade em 11 de julho de 2011. Meses depois, acabou condenado a três anos e 10 meses. Mas ficou solto por 11 anos.

Ele é acusado de tentar matar cinco PMs na zona sul paulista em 28 de março de 2014. Em 2020, quando ainda estava livre, o Ministério Público o denunciou pelos ataques. A Polícia Federal de Santos o capturou e ele foi levado à P1 de São Vicente para cumprir o restante da pena por tráfico de drogas.

Em 22 de agosto de 2022, o Ministério Público pediu a preventiva dele pelos crimes de março de 2014. Mesmo assim, El Cid foi libertado quatro dias depois 

A libertação ocorreu porque o DEECRIM-7 (Departamento Estadual das Execuções Criminais da Região 7-Santos), deferiu a progressão para o regime aberto ao preso. Agentes penitenciários da P1 de São Vicente cumpriram o alvará de soltura.

Quando a Justiça percebeu pedido de prisão preventiva formulado pelo Ministério Público contra El Cid, já era tarde. Segundo investigações da PF, logo depois de sair em liberdade, o criminoso assumiu a célula restrita do PCC, criada para planejar atentados contra autoridades e agentes públicos.

Fonte: UOL

04 fevereiro 2026

Preso hoje, sargento ex-Rota fazia segurança para a Transwolff e tinha R$ 1 mi em casa, diz MP; vídeo

Em São Paulo, PMs são presos suspeitos de fazer segurança para dono de empresa de ônibus investigada por ligação com o PCC.

04/02/2026 

Por Jornal Nacional

PMs são presos suspeitos de fazer segurança de dono de empresa de ônibus ligada ao PCC - Imagem: Reprodução
A Corregedoria da PM chegou aos 3 policiais depois de analisar informações da Operação Fim da Linha, que o Ministério Público estadual deflagrou em abril de 2024. 

A Corregedoria da Polícia Militar de São Paulo prendeu nesta quarta-feira (4) três PMs suspeitos de fazer segurança para o dono de uma empresa de ônibus ligada ao PCC. Na casa de um dos policiais, havia R$ 1 milhão em dinheiro.

O dinheiro estava escondido na casa de um sargento da reserva, em Interlagos, Zona Sul de São Paulo. A apreensão foi o principal flagrante da Operação Kratus, que cumpriu ainda 16 mandados de busca. Além do sargento aposentado, os corregedores prenderam um policial militar da ativa e o capitão da PM Alexandre Paulino Vieira.

Sargento Nereu, Capitão Alexandre e Sargento Romano - Imagem: Montagem/Reprodução
Os investigadores apuram como os três se tornaram seguranças de Luiz Carlos Efigênio Pacheco, o “Pandora”, e de Cícero de Oliveira, o “Té”

Pandora era presidente e Té era diretor e acionista da Transwolff, empresa de ônibus que o Ministério Público investiga por suspeita de ligação com o PCC. Os empresários respondem ao processo em liberdade. A Transwolff nega ligação com o narcotráfico.

Os corregedores também investigam as conexões do capitão Alexandre Vieira, que trabalha na Assessoria Policial Militar da Câmara Municipal de São Paulo. O órgão cuida da segurança dos vereadores e faz a segurança pessoal do presidente da Casa.

Notas de dinheiro apreendidas em casa de PM que fazia segurança para empresário da Transwolf - Imagem: Divulgação/MP-SP
Em nota, a presidência da Câmara Municipal de São Paulo declarou que o capitão Alexandre é integrante do órgão desde outubro de 2014, atuou ininterruptamente nas gestões de cinco presidentes, que o cargo ocupado é de confiança e que, nas atribuições relacionadas à assessoria militar na Câmara, não há nenhum registro que desabone o capitão.

A Corregedoria da PM chegou aos três PMs presos nesta quarta-feira (4) depois de analisar informações da Operação Fim da Linha, que o Ministério Público Estadual deflagrou em abril de 2024. 

Na denúncia oferecida à Justiça, os promotores afirmaram que o PCC usava empresas de ônibus para lavar dinheiro do tráfico. Segundo a investigação, empresas eram abertas em nome de laranjas. Depois, o PCC injetava dinheiro do tráfico de drogas nas empresas para ganhar licitações do transporte público de São Paulo. O lucro voltava para a facção como dinheiro limpo.

A prefeitura substituiu as empresas investigadas. A Corregedoria agora analisa os celulares e computadores apreendidos na operação desta quarta-feira (4).

Os contratos e os contatos

Documentos do MP-SP mostram que Alexandre Paulino Vieira, que vinha atuando na Assessoria Policial Militar da Câmara Municipal de São Paulo, era ajudante de ordens do ex-presidente Milton Leite e ligado a uma empresa que recrutava os PMs e emitia até notas fiscais pelos serviços prestados.

Outro contratado foi o sargento Alexandre Aleixo Romano Cezário, conhecido como Pantera. Ele também foi alvo de mandado de prisão hoje pela Corregedoria. A coluna tenta localizar a defesa dos citados e o espaço está aberto para manifestação.

Segundo a Corregedoria da PM, Romano trabalhou na Rota entre 2004 e 2012, retornou em 2017 e ficou até 2020. Ele é investigado por suspeita de vazar informações de operações policiais sigilosas para narcotraficantes do PCC envolvidos com a empresa de ônibus UPBus, entre eles o foragido Silvio Luiz Ferreira, o Cebola.

Conversa entre Alexandre e Nereu no WhatsApp Imagem: Reprodução/MP-SP
Os três PMs eram investigados pelo MP-SP desde 2024, quando o Gaeco (Grupo de Atuação Especial e de Combate ao Crime Organizado) deflagrou operações contra os diretores da Transwolff e Upbus acusados de lavar dinheiro para o PCC.

Luiz Carlos Efigênio Pacheco, 54, o Pandora, ex-presidente da Transwolff, foi um dos presos na ocasião. As investigações do Gaeco apontaram que o empresário havia contratado os PMs para fazer escolta para ele, a família dele e outros diretores da empresa de ônibus.
A coluna apurou que os PMs fizeram segurança privada para a Transwolff no segundo semestre de 2020. Mas, um ano antes da contratação dos serviços, os diretores já eram investigados pelo MP-SP por suspeita de organização criminosa.

Em novembro de 2020, a Transwolff emitiu para uma empresa de segurança sediada em Santana, zona norte da capital, ligada ao capitão Alexandre, uma nota fiscal no valor de R$ 20.006,70 pelos serviços prestados à diretoria da companhia de ônibus. O MP-SP apurou que o sargento Romano chegou a receber R$ 4.000; e Nereu, R$ 6.000. A Transwolff também pagou R$ 3.725 para um policial militar e mais R$ 275 para outro PM.

Conversa de capitão Alexandre no WhatsApp - Imagem: Reprodução
Em 18 de setembro de 2020, quatro dias depois da deflagração da Operação Sharks, desencadeada pelo MP-SP contra 20 integrantes do PCC acusados por lavagem de dinheiro, um dos sargentos que atuou na Rota foi alertado por superiores que era perigoso trabalhar para a Transwolff.

O alerta foi feito porque um dos acusados na Operação Sharks era Gilberto Flares Lopes Pontes, o Tobé, justamente irmão de Robson Flares Lopes Pontes, um dos diretores da Transwolff, que tinha saído da empresa há um ano e quatro meses. 

Tobé e os outros 19 comparsas denunciados na Operação Sharks foram acusados pelo MP-SP de movimentar R$ 1 bilhão do PCC, provenientes do tráfico de drogas, no período de janeiro de 2018 a julho de 2019. Tobé foi morto pelo tribunal do crime da facção em agosto de 2021.

Fonte: Jornal Nacional/UOL

03 fevereiro 2026

Diretor da Penitenciária de Avanhandava é baleado após briga de trânsito em Barbosa/SP; atirador fugiu

Caso aconteceu na noite do último sábado, em Barbosa, após briga no trânsito; autor fugiu do local, porém foi identificado posteriormente.

Lázaro Jr. - Agência Trio Notícias

03/02/26

A Penitenciária "Valdic Junio Alves Primo" de Avanhandava tem capacidade para 811 detentos,
mas tem a custódiade uma população carcerária de 1.231 sentenciados
O diretor da Penitenciária de Avanhandava (SP), Vágner Ferreira dos Santos, foi internado após ser baleado na noite do último sábado (31), durante entativa de homicídio ocorrida no município de Barbosa, que fica a pouco mais de 20 quilômetros de Penápolis.
O autor dos disparos foi identificado, porém, não havia sido localizado.

Ao que tudo indica, a tentativa de homicídio teria sido motivada por uma briga de trânsito. A Polícia Militar tomou conhecimento do caso ao ser informada que a vítima estava em atendimento médico no pronto-socorro da cidade.

Apesar de ferido, Santos estava consciente e contou que após sair de uma pizzaria na região central da cidade, o condutor de um GM Corsa Wind teria jogado o carro contra o veículo dele, causando danos na lateral.

Segundo a vítima, após a ação, o suspeito teria fugido, por isso, passou a acompanhá-lo, para tentar anotar a placa. Porém, ao chegar na rua Tiradentes, o condutor do Corsa teria parado o veículo e descido.

Tiros

O suspeito aparentava estar embriagado ou sob efeito de entorpecentes, de acordo com Santos, eles discutiram e, durante a briga, o autor teria sacado um revólver e feito vários disparos, vindo a atingir axila da vítima, saindo na altura do peito e também em um de seus ombros, que percorreu toda a extensão do corpo, vindo a se alojar no outro ombro, e que o projétil passou a milimetros de sua coluna vertebral. 

O diretor da penitenciária informou aos policiais que revidou fazendo um disparo com a pistola calibre .45 que possui, fazendo com que o autor fugisse, conduzindo o Corsa, enquanto ele foi socorrido por um amigo e levado ao pronto-socorro de Barbosa.

Carro

Após colher as informações, os policiais foram informados que o carro envolvido na ocorrência estaria estacionado em uma residência na rua Vinte e Cinco de Dezembro, em Barbosa. No endereço indicado a equipe encontrou o Corsa estacionado na garagem e fez contato com o proprietário do veículo.

Ele alegou que um tio dele havia pedido o carro emprestado pela manhã, se comprometendo a devolvê-lo no domingo (1). Ainda de acordo com o proprietário do veículo, antes da meia-noite o tio retornou, o guardou na garagem e contou que havia se envolvido em um acidente de trânsito.

Ele teria afirmado que a pessoa que estava no outro carro teria exibido uma arma de fogo para ele. O jovem relatou que o tio dele aparentava estar bastante agitado e foi embora sem informar para onde iria após deixar o carro na garagem.

A Penitenciária "Valdic Junio Alves Primo" de Avanhandava tem capacidade para 811 detentos,
mas tem a custódiade uma população carcerária de 1.231 sentenciados

Perícia

Os policiais constataram que o Corsa apresentava pequeno dano do lado esquerdo do para-choque dianteiro e acionaram a Polícia Civil, que determinou que o veículo fosse periciado, sendo comunicado o Instituto de Criminalística.

O delegado plantonista também falou com o diretor da penitenciária, que já havia sido transferido para um hospital em Penápolis. Ele confirmou as informações que havia dado aos policiais militares e entregou a pistola dele, carregada com 11 munições intactas, a qual deve passar por perícia.

O caso foi registrado como tentativa de homicídio e um inquérito deve ser instaurado. Até o início da tarde desta segunda-feira (2) não havia informações sobre a localização do autor dos disparos.

Providências

A reportagem procurou a SSP (Secretaria de Segurança Pública) do Estado, que confirmou que a vítima foi ferida por disparo de arma de fogo durante uma discussão no trânsito, após uma colisão entre veículos.

“Durante o desentendimento, o suspeito efetuou dois disparos que atingiram a vítima, que também realizou disparos. O autor fugiu do local, e a vítima foi socorrida e encaminhada a uma unidade hospitalar. A Polícia Civil realiza diligências para localizar o suspeito” , informa a nota, acrescentando que o caso é investigado por meio de inquérito policial na Delegacia de Barbosa.

A reportagem também procurou a assessoria de imprensa da SAP (Secretaria de Adminsitração Penitenciária) na tarde de segunda-feira, que informou por meio de nota na manhã desta terça-feira (3), que a Polícia Penal do Estado de São Paulo acompanha o caso e está à disposição das autoridades competentes. "O servidor foi socorrido apresenta quadro de saúde estável"

Fonte: Hojemais - Araçatuba

31 janeiro 2026

Condenado por matar esposa, Sérgio Nahas dá entrada na P II de Potim, no interior de SP; veja vídeo

Empresário vai cumprir pena em regime fechado em presídio na região do Vale do Paraíba.

Por g1 Vale do Paraíba e Região

31/01/2026 

Condenado por matar esposa, Sérgio Nahas dá entrada em presídio de Potim - Imagem: Reprodução
O empresário Sérgio Nahas, condenado a oito anos de prisão pelo assassinato da esposa, deu entrada nesta sexta-feira (30), por volta de 19h, na Penitenciária 2 de Potim, no interior de São Paulo.

Na quinta, o g1 adiantou que o empresário seria transferido para o presídio no Vale do Paraíba, após ter acesso a um ofício da SAP (Secretaria de Administração Penintenciária) à Justiça.

Nahas desembarcou no aeroporto Campo de Marte, na Zona Norte da capital paulista, por volta das 15h. Ele viajou escoltado por uma delegada e uma investigadora da Polícia Civil e, após a chegada, foi levado à sede do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), no Centro.

Sérgio Nahas é transferido para São Paulo com escolta de duas policiais civis - Imagem: Divulgação

Segundo a polícia, o empresário passou por exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal. A corporação informou ainda que providencia a documentação necessária para que ele cumpra pena em regime fechado em Potim.

A transferência para São Paulo foi autorizada pela Justiça paulista na última segunda-feira (26), após pedido da polícia, e foi coordenada pelo DHPP. A remoção havia sido adiada nos últimos dias por causa de condições climáticas adversas que impediram o voo.

Infográfico traz raio-x da Penitenciária 2 de Potim — Foto: Arte/g1

Procurado, o Ministério Público de São Paulo informou que tomou ciência da remoção definitiva do preso e que as demais providências administrativas serão definidas no processo. A defesa de Sérgio Nahas foi procurada pelo g1, mas não havia se manifestado até a publicação desta reportagem.

Condenado

O empresário foi condenado pelo assassinato da esposa, Fernanda Orfali, morta a tiros em setembro de 2002, no apartamento onde o casal vivia, no bairro de Higienópolis, região central da capital paulista. À época, a vítima tinha 28 anos; Nahas, 38.


Apesar de a defesa informar, desde o início do processo, a tese de suicídio, laudos periciais descartaram essa possibilidade. Entre os elementos apontados pela acusação estão a ausência de resíduos de pólvora nas mãos da vítima e indícios de que ela tentou se proteger do agressor antes dos disparos.

Nahas foi condenado em 2018 pela Justiça de São Paulo. Em 2025, o Supremo Tribunal Federal manteve a condenação e ampliou a pena para oito anos e dois meses de prisão em regime fechado. Com a decisão, a Justiça expediu mandado de prisão, mas o empresário permaneceu foragido até ser encontrado na Bahia.

Fernanda Orfali e Sérgio Nahas — Imagem: Reprodução / Arquivo Pessoal
Ele foi preso enquanto estava hospedado em um condomínio de luxo, na vila da Praia do Forte, após ser identificado por câmeras de reconhecimento facial. No local, a polícia apreendeu pinos de cocaína, aparelhos celulares e um carro de luxo.

A defesa sustenta que o empresário é idoso, tem problemas de saúde e aponta “falhas” no processo. Os advogados afirmam ainda que seguirão recorrendo às instâncias superiores.

Fonte: G1

Policial Penal se envolve em briga generalizada após suposto assédio a mulher em São José dos Campos/SP

Um policial penal se envolveu em uma briga generalizada em São José dos Campos após um casal relatar à Polícia Militar que houve suposto assédio contra uma mulher em dois bares na região proxima ao Shopping, segundo boletim de ocorrência.

Vale News 360

31 de janeiro de 2026

Conforme a vitíma os assédios teriam ocorridos em dois bares na região da avenida Samuel Wainer - Imagem: Google Maps
O registro aponta que a ocorrência foi atendida na madrugada desta sexta-feira (30/01), por volta de 2h25, após relatos de briga em bar. No local, policiais militares fizeram contato com o casal, mulher de 44 e homem de 28, que acionou o 190 e com o policial penal, de 46 anos, que teria se identificado como servidor e apresentado documento funcional de unidade prisional de Potim.

De acordo com a versão do casal, o policial penal teria assediado a mulher e provocado confusão, o que teria desencadeado agressões mútuas. Já o policial penal relatou ter sido atacado sem motivo e afirmou que levou uma garrafada na cabeça, ficando ferido.

Suposto assédio e versões conflitantes: o que diz o boletim

Conforme depoimento da mulher, o policial penal já a seguia no Instagram e teria enviado mensagens no passado. Na noite dos fatos, ela disse que ele fez gestos e tocou seu ombro, gerando o primeiro desentendimento.

Depois, em outro estabelecimento, ela afirmou que o policial penal voltou a se aproximar e novamente a tocou, momento em que o companheiro reagiu e a briga se espalhou.

A mulher ainda declarou ter ouvido o policial penal dizer “eu sou policial” e ameaçar “vou te matar”, o que teria motivado o acionamento da PM por medo de represália, principalmente porque circulou entre frequentadores a informação de que ele estaria armado do lado de fora.

Policial penal estava armado?

Segundo o boletim, foi realizada busca pessoal e nenhuma arma foi localizada com o policial penal. Os policiais também relataram que os envolvidos aparentavam embriaguez.

Quem agrediu quem?

Uma testemunha disse ter visto o policial penal levar uma garrafada na cabeça e reagir apenas para conter o agressor. Já o companheiro da mulher negou ter usado garrafa ou objeto e afirmou que apenas tentou afastar o policial penal para proteger a namorada.

Investigação: quais crimes podem ser apurados

A autoridade policial determinou a oitiva das partes, juntada de documentos e requisição de exame no IML. O caso foi registrado para apuração, em tese, de lesão corporal e ameaça, além de possível enquadramento relacionado ao suposto assédio (conforme indicado no boletim). Um ofício com cópia do registro deve ser encaminhado à Polícia Penal do Estado de São Paulo.

Perguntas Frequentes

Onde ocorreu a briga?

Segundo o boletim, a ocorrência foi registrada na região da Avenida Samuel Wainer, em São José dos Campos.

O policial penal foi preso?

O registro consultado trata de condução das partes para a unidade policial e encaminhamento para apuração, sem informação de prisão em flagrante.

Houve confirmação de arma com o policial penal?

O boletim aponta que foi feita busca pessoal e não houve localização de arma com o policial penal.

Fonte: Vale News 360

Policial penal morre após ser baleado em assalto na Linha Amarela no RJ; vídeo

O policial penal Denilson Ribeiro Dias foi abordado nas proximidades do Túnel da Covanca e reagiu, houve uma intensa troca de tiros, e o agente acabou baleado, sua arma foi levada.

Por O Globo — Rio de Janeiro

31/01/2026

Denilson Ribeiro Dias de 49 anos de idade morreu após ser baleado na Linha Amarela - Imagem: Redes sociais/Reprodução
Um policial penal morreu ao reagir a um assalto na Linha Amarela, por volta de meio-dia deste sábado. Denilson Ribeiro Dias estava no Túnel da Covanca quando foi abordado por assaltantes, que também abriram fogo. Houve uma intensa troca de tiros e o agente acabou sendo assassinado. 

A Linha Amarela foi fechada nos dois sentidos no início da tarde deste sábado (31) após uma tentativa de assalto a um policial penal. Houve uma intensa troca de tiros e o agente acabou sendo assassinado. 

A interdição aconteceu na altura da Praça do Pedágio e foi adotada por medida de segurança. Motoristas entraram em pânico por causa dos disparos. Por volta das 14h30 foi novamente fechada no sentido Fundão para a realização da perícia. A via expressa já foi reaberta.

Dias passava de moto pelo túnel quando aconteceu a tentativa de assalto. A viúva do policial penal estava na garupa e nada sofreu. Assim com o agente, ela também foi encaminhada para o Hospital municipal Salgado Filho, no Méier, onde segue internada em estado de choque.

De acordo com a Secretaria estadual de Administração Penitenciária (Seap), a arma de Dias foi levada pelos criminosos. O caso é investigado pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC).

A Seap afirmou que se solidariza com parentes, amigos e colegas de farda de Dias, "expressando profundo pesar e reconhecimento pelos relevantes serviços prestados à segurança pública do Estado do Rio de Janeiro". A pasta frisou que acompanha o caso e informou estar à disposição para prestar o apoio necessário à família do policial penal.

A Polícia Militar informou que reforçou a segurança na Linha Amarela com equipes do Batalhão de Policiamento em Vias Especiais (BPVE).

Em nota, a Polícia Civil informou que a Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) foi acionada e investiga a morte do agente. A perícia foi solicitada para o local e outras diligências estão em andamento para identificar a autoria do crime.

Fonte: Jornal O Globo