Maior penitenciária do RN, unidade passou por reformas e ganhou reforço na segurança após o massacre de 26 detentos em janeiro. Secretaria de Justiça e da Cidadania não comenta o caso.
Por Anderson Barbosa, G1 RN
01/11/2017
![]() |
| Em Alcaçuz, pavilhões destruídos durante as rebeliões já foram recuperados. Mas, sem agentes para fazer a vigilância, seguem vazios (Foto: Divulgação/Sejuc) |
Armas de fogo e munições foram encontradas enterradas sob o piso do pavilhão 1 de Alcaçuz, maior penitenciária do Rio Grande do Norte. A unidade foi reformada e recebeu reforço na vigilância logo após o massacre que vitimou 26 detentos em janeiro.
O confronto, que envolveu facções criminosas rivais, é considerado o episódio mais violento da história do sistema prisional potiguar.
A Secretaria de Justiça e da Cidadania (Sejuc) disse ao G1 que não vai se manifestar sobre o caso, tendo em vista "procedimento em andamento". Alcaçuz fica em Nísia Floresta, cidade da Grande Natal.
A segurança em Alcaçuz foi reforçada quando a penitenciária ainda estava sob domínio das facções. Atualmente, conta com a presença de aproximadamente 100 agentes penitenciários que fazem parte da chamada Força Tarefa de Intervenção Penitenciária.
O grupo foi enviado ao RN pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.
![]() |
| Presos de Alcaçuz se confrontaram em janeiro; pelo menos 26 morreram (Foto: Andressa Anholete/AFP) |
Fonte: G1







