01 março 2022

Polícia penal prende advogado criminalista com drogas na Penitenciária de Florianópolis/SC

Criminalista foi detido em Florianópolis por policiais penais e alegou à polícia que era pressionado por apenados, segundo a PM.

Por Clarìssa Batìstela, g1 SC

01/03/2022 

Penitenciária de Florianópolis — Foto: Reprodução/NSC TV
Um advogado criminalista foi preso por tráfico de drogas no momento em que entrava na Penitenciária da Capital, em Florianópolis. "Os entorpecentes estavam em suas pernas, por baixo das calças, cerca de 170g de maconha e seda, os quais estavam acondicionados em pequenos sacos plásticos escondidos por baixo de meias de futebol e fixados com fita adesiva”, informou o 4º Batalhão de Polícia Militar (PM). À polícia, ele informou que entregaria a droga a presos que o pressionavam.

O flagrante ocorreu no fim da tarde de sábado (26), e veio a público somente na segunda-feira, 28/02/2022. Segundo a PM, a equipe de Policiais Penais do Departamento de Estado de Administração Prisional (Deap) deteve o advogado e acionou a polícia.

O homem de 36 anos tinha 170g de maconha e seda presas em meias de futebol, escondidas dentro das calças, conforme a PM.

Advogado tentou esconder drogas nas pernas, sob as meias — Foto: Polícia Militar/Divulgação
Ainda de acordo com a Polícia Militar, o advogado estava com a chave de um armário e ele teria dito que no local havia comida de gato e alguns pertences. Quando os policiais abriram o espaço, encontraram uma mochila com uma porção maconha prensada em um tablete e mais uma quantia em um pacote separado com 213g. 

Os policiais localizaram ainda um smartphone, um esmurrugador (também conhecido como dechavador), documentos com anotações, fita adesiva e um carregador de celular embalado com fita adesiva. 

Drogas também foram encontradas em um armário do qual o advogado tinha a chave
A polícia informou que, segundo o homem, as drogas seriam entregues para presos que estavam o pressionando.

O G1 SC buscou o Departamento de Estado de Administração Prisional (Deap), mas não teve retorno até a última atualização desta matéria.

Fonte: G1

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