Alas de Centro Socioeducativo estão interditadas após rebeliões em Luziânia
Menores infratores abriram buracos em paredes dos alojamentos e portas de metal. Agentes que trabalham na unidade reclamam da fragilidade da estrutura.
15/08/2017 11h26 Atualizado há menos de 1 minuto
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| Ala do Case de Luziânia ficou destruída após rebelião (Foto: Reprodução/TV Anhanguera) |
Três alas do Centro de Atendimento Socioeducativo (Case) de Luziânia estão interditados após rebeliões. Menores infratores quebraram paredes e destruíram as portas dos alojamentos. Agentes reclamam da fragilidade da estrutura.
A última rebelião aconteceu no domingo (13). Os internos destruíram os alojamentos de uma das alas, mas não houve fuga. A Secretaria Cidadã, responsável pela unidade, informou que está tomando todas as providências para apurar o que levo à rebelião.
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| Abriram buracos nas paredes com mais de 1.00m de diâmetro |
Após a rebelião, os internos foram transferidos para outras alas, onde dividirão os alojamentos com outros adolescentes, o que, segundo os agentes, não é o correto. “Antes, você abria um alojamento e só tinha um adolescente.
Então era uma preocupação. Hoje, quando você abre um alojamento, são dois, então você dobra sua atenção, sua preocupação, porque você não sabe o que vai sair de lá”, disse o agente José Mesquita Lima.
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| Destruição quase que total, materiais extremamente frágeis |
O Case tem seis alas, mas metade delas foi danificada em rebeliões. Em fevereiro deste ano, outras duas áreas foram destruídas. Na época, seis menores foram transferidos para outras unidades e outros internos, liberados pela Justiça.
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| Materiais usados de péssima qualidade |
Sem as reformas nas alas, a capacidade do Case passou de 60 para 40 vagas. “É uma estrutura muito precária, arcaica, que não contempla nem um pouco o que diz a legislação”, completou a diretora.
Em nota, a Secretaria Cidadã explicou que ainda não há prazo para começar a reforma na unidade, que depende de processo de licitação da Agetop. Atualmente o Case tem 35 internos. Eles continuarão nos alojamentos até o início das obras.
Fonte: G1










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