Manifestantes tentavam entrar no prédio para acompanhar audiência sobre projeto da reforma da Previdência de funcionários públicos municipais.
Por G1 SP, São Paulo
14/03/2018 14h27
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| Professora fica ferida durante tumulto na Câmara (Foto: SUAMY BEYDOUN/AGIF/ESTADÃO CONTEÚDO) |
O protesto realizado por professores municipais em frente à Câmara Municipal de São Paulo nesta quarta-feira (14) teve confusão entre manifestantes, guardas-civis e policiais militares. Houve tentativa de invasão e vidros da Casa foram quebrados. Bombas de gás lacrimogênio foram lançadas pela Polícia Militar.
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| Manifestantes usam faixa na frente da Câmara Municipal de São Paulo (Foto: Reprodução/TV Globo) |
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| Fumaça das bombas de efeito moral lançadas durante ato em frente à Câmara (Foto: NELSON ANTOINE/ESTADÃO CONTEÚDO) |
O protesto fechou o Viaduto Jacareí. Parte dos manifestantes pôde entrar na Casa para acompanhar a sessão aberta, mas a maioria ficou de fora.
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| Professora passa mal após PM usar bombas de gás lacrimogêneo para afastar manifestantes da Câmara Municipal (Foto: Reprodução/TV Globo) |
Por volta das 14h, os manifestantes que ficaram de fora tentaram entrar no prédio, mas foram impedidos pelos guardas e por PMs.
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| Confusão durante protesto de funcionários públicos em frente à Câmara de SP (Foto: Reprodução/TV Globo |
Houve confronto e bombas de gás lacrimogêneo e de efeito moral foram jogadas. Um grupo usou os gradis para tentar quebrar os vidros da porta da Câmara, que são blindados.
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| Profissionais da rede municipal de ensino tentam invadir o prédio da Câmara (Foto: NELSON ANTOINE/ESTADÃO CONTEÚDO) |
O confronto seguiu no Viaduto Jacareí. Os manifestantes jogavam pedras e os PMs, bombas. A maior parte dos manifestantes se dispersou, mas a via seguia fechada às 15h20 por causa de pequenos focos de conflito.
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| Policiais militares usam gás lacrimogêneo para afastar manifestantes da Câmara Municipal de São Paulo (Foto: Reprodução/TV Globo) |
Houve tumulto também no interior da Casa, com ao menos uma manifestante ferida.
A vereadora Sâmia Bonfim (PSOL) compartilhou a imagem de uma mulher em sua página no Facebook que, segundo ela, é uma “servidora que se manifestava contra o SAMPAPREV” e que “foi espancada pela GCM” durante o protesto.
A sessão que discute a reforma chegou a ser interrompida. Por volta das 15h20, os vereadores retomaram os trabalhos, mas sem público e com as portas fechadas.
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| PMs posicionados contra manifestantes na Câmara Municipal de São Paulo (Foto: Reprodução/TV Globo) |
Greve
Contrários à proposta, os professores municipais entraram em greve. Segundo a Prefeitura, a paralisação atinge 93% das 1.550 escolas da administração direta, ou seja, que são administradas pela própria Prefeitura com o auxílio de funcionários públicos.
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| Professora é socorrida após manifestação na Câmara Municipal de São Paulo (Foto: Reprodução/TV Globo) |
Das unidades de ensino, 46% aderiram à paralisação totalmente, 47% funcionam parcialmente e apenas 7% funcionam normalmente, de acordo com balanço fornecido pela própria Secretaria Municipal de Educação nesta terça-feira (13).
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| Confusão durante ato em frente à Câmara Municipal de SP (Foto: Reprodução/TV Globo) |
Além dos professores municipais, servidores de outros setores também estão em greve desde o dia 8 de março, como da saúde, da zoonose, do serviço funerário, engenheiros, arquitetos, assistentes sociais, bibliotecários e guardas, segundo o Sindicato dos Servidores Municipais de São Paulo (Sindsep).
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| Confusão durante ato em frente à Câmara Municipal de SP (Foto: Reprodução/TV Globo) |
Reforma municipal
O projeto da reforma da Previdência municipal diz respeito aos servidores públicos paulistanos. Este projeto não tem relação com a proposta do governo federal, que atinge todos os trabalhadores brasileiros.
Ele foi motivado pelo fato de a Prefeitura de São Paulo gastar R$ 1 bilhão por mês com os salários de 120 mil funcionários e outros R$ 650 milhões para as aposentadorias de 97 mil servidores que já saíram da ativa.
Parte dessas aposentadorias é paga pelos servidores ativos, que contribuem com 11% do salário. Outra parte, que responde por 22% do total, é paga pela Prefeitura, que diz que a conta não fecha - e, por isso, precisa tirar dinheiro de outras áreas da administração para garantir os pagamentos.
A Secretaria Municipal da Fazenda calcula que, em 2017, 11% do dinheiro da cidade, ou R$ 4,7 bilhões, foram usados para cobrir o rombo. Como comparação, o total de investimentos foi de R$ 1,1 bilhão.
Segundo a Prefeitura, esse valor só aumenta, e é o principal argumento para o projeto de reforma da Previdência municipal.
O projeto da Prefeitura pretende aumentar a alíquota básica de 11% para 14%. Além disso, o Instituto de Previdência do Município, que cuida das aposentadorias, passaria por mudanças, começando a receber verbas da venda de imóveis públicos e de pagamentos de quem deve para a Prefeitura.
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| Servidores participam da reunião extraordinária da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Municipal nesta quarta-feira (14) (Foto: ALOISIO MAURICIO/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO) |
A Secretaria de Planejamento diz que, se tudo sair como o esperado, em 20 anos o buraco da Previdência desaparece - o que ajudaria a cidade a ter mais dinheiro para cuidar de outras áreas.
O presidente do Sindicato dos Servidores da Educação, Claudio Fonseca (PPS), que também é vereador, diz que, ao longo dos anos, a Prefeitura usou o dinheiro da Previdência para outras áreas, chegando até a atrasar repasses, o que fez o rombo crescer.
“Quero saber se a população vai ter a melhoria dos serviços”, diz o vereador, sobre o caso de o projeto passar. Para ele, a gestão usa “um argumento de ocasião, só comparativo, para convencer a sociedade”.
Fonte: G1
Contraponto : Esta é a verdadeira face do homem que assumiu um compromisso com os paulistanos de governar a cidade durante 04 anos, e que foi inquirido se iria renunciar para sair candidato a Governador ou Presidente e que jurou aos eleitores que jamais faria isso.
Eis a face do homem que renunciou ao cargo de Prefeito de São Paulo, um verdadeiro país dentro do país, para sair candidato a Governador do Estado de São Paulo, quebrando com suas promessas junto ao eleitorado provando ser igual aos outros, mas que durante as eleições jurou ser o novo, ser diferente de tudo aquilo que os eleitores conheciam ou já haviam ouvido falar. Resumindo: Tudo mentira.
E agora quer ser Governador, acham que este homem insensível tem moral, personalidade e capacidade para ser governador de São Paulo? Para fazer o que? Para mandar a policia descer a borracha e o gás de pimenta e lacrimogêneo também nos servidores Estaduais? è isso o que queremos para nós?
Reflitam e questionem, este é um assunto que devemos refletir de fato e questionar até o último momento.

















