Droga estava em uma bolsa abandonada na área externa do presídio.
Por G1 Santos
06/11/2018 11h57
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| Agentes do CPP de Mongaguá encontraram 33 invólucros que somavam 9,620 quilos da erva. Foto: Divulgação/SAP |
Mais de 9 kgs de maconha foram apreendidas, nesta terça-feira (6), na Progressão Penitenciária “Dr. Rubens Aleixo Sendin” (CPP), em Mongaguá, no litoral de São Paulo. A droga estava em uma bolsa abandonada na área externa da unidade.
De acordo com a Secretaria da Administração Penitenciária (SAP), por volta das 8h45, os agentes avistaram um saco preto na caneleta de saída de água pluvial do presídio, durante uma ronda de rotina. Dentro da bolsa, eles encontraram 33 invólucros, que somavam 9,620 quilos de maconha.
O entorpecente foi encaminhado para a Delegacia de Polícia de Mongaguá, onde foi registrado o boletim de ocorrência. A direção da unidade prisional enviou comunicado para a Vara de Execuções Criminais e instaurou um Procedimento Disciplinar Apuratório.
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| Agentes encontraram a droga dentro de uma sacola na área externa do CPP — Foto: Divulgação/SAP |
Fonte: G1
Parabéns a Todos os Servidores e a Equipe por este excelentes trabalho realizado, que mesmo sem o reconhecimento e a falta de respeito do Governo, continuamos a demonstrar nosso profissionalismo e empenho em todos os trabalhos realizados, seja nas revistas pessoais, revistas por Body Scanner, Raio-X, de Jumbos, também por Sedex e nas muralhas, eles os governantes são passageiros, efetivos e titulares de cargos somos Nós. Não seremos irresponsáveis como ele.
Contraponto : Inadmissível na atual conjuntura prisional, onde as superpopulações carcerárias que extrapolam estatísticas, ultrapassam as perspectivas de "gestores", e sufocam as palavras vazias de especialistas.
Termos nestes tempos de insegurança, que ver e presenciar diuturnamente a ousadia de criminosos que sabedores da fragilidade das Unidades dos Centros de Progressão Penitenciária do estado de São Paulo, ousam e invadem, arremessam, estouram muros, cortam alambrados, desafiam a frágil segurança composta por homens valorosos e honrados.
Mas que porém estão desarmados e impossibilitados de proporcionar a correta segurança, não só a U.P., mas também a estrutura classificada como "próprio do estado", e por último, a segurança sua e de seus companheiros de trabalho.
Passou da hora de revermos esta norma absurda que impede os Profissionais( Aevps) de lá prestarem trabalho, sendo que estes profissionais, altamente treinados, preparados e de fato equipados enfim tragam a segurança para todos os acima já relatados.
Passou da hora de, assim como hoje foi publicada uma Norma Conjunta que veio a cercear produtos que rotineiramente vem trazendo problemas nas U.Ps., também tenhamos a alegria de ver estes valorosos profissionais no perímetro dos CPPs.
Pois sabemos que independente de dar a segurança aos profissionais ali lotados e ao "próprio do estado", também e por último sabemos que grande parte do sentenciados ali alojados, são reincidentes, com processos ainda em andamento e sem as condenações dos mesmos, com penas grande, pois com o advento também do fim da não progressão para os delitos hediondos, temos detentos que cumprem 1/6 da pena e ali estão com TCP que ultrapassam mais de 20 anos de condenação.
Então está na hora dos especialistas se mexerem e darem um fim nesta bagunça, coibir, e de forma armada e no estrito cumprimento do dever. Largar o aço nos vagabundos. Coloca-los no devido lugar, e acabar com o medo que ronda os CPPs.







