A Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) informa que os agentes de segurança do Centro de Progressão Penitenciária “Dr. Rubens Aleixo Sendin”, o CPP de Mongaguá.
Pierre Cruz - Corevali
Fotos: Divulgação/SAP
05/11/18
Os agentes encontraram uma sacola com ecstasy, celulares e objetos ilícitos na área externa da unidade. A apreensão aconteceu no sábado, dia 3 de novembro.
Por volta das 13h, durante a ronda de rotina, os servidores avistaram um pacote escondido no espaço do jardim, em frente ao CPP. Ao inspecionarem o material, verificaram que havia 525 comprimidos de ecstasy, somando 130 gramas da droga e 5 aparelhos de telefonia móvel na bolsa, além de 45 chips para celular com 4 baterias, 9 fones de ouvidos e 9 carregadores.
O material foi encaminhado para a Delegacia de Polícia de Mongaguá, onde foi lavrado o Boletim de Ocorrência. A direção da unidade enviou comunicado para a Vara de Execuções Criminais e instaurou Procedimento Disciplinar Apuratório.
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| Apreensão de 525 comprimidos de ecstasy, somando 130 gramas da droga |
Fonte: SAP
Contraponto : Inadmissível na atual conjuntura prisional, onde as superpopulações carcerárias que extrapolam estatísticas, ultrapassam as perspectivas de "gestores", e sufocam as palavras vazias de especialistas.
Termos nestes tempos de insegurança, que ver e presenciar diuturnamente a ousadia de criminosos que sabedores da fragilidade das Unidades dos Centros de Progressão Penitenciária do estado de São Paulo, ousam e invadem, arremessam, estouram muros, cortam alambrados, desafiam a frágil segurança composta por homens valorosos e honrados.
Mas que porém estão desarmados e impossibilitados de proporcionar a correta segurança, não só a U.P., mas também a estrutura classificada como "próprio do estado", e por último, a segurança sua e de seus companheiros de trabalho.
Passou da hora de revermos esta norma absurda que impede os Profissionais( Aevps) de lá prestarem trabalho, sendo que estes profissionais, altamente treinados, preparados e de fato equipados enfim tragam a segurança para todos os acima já relatados.
Passou da hora de, assim como hoje foi publicada uma Norma Conjunta que veio a cercear produtos que rotineiramente vem trazendo problemas nas U.Ps., também tenhamos a alegria de ver estes valorosos profissionais no perímetro dos CPPs.
Pois sabemos que independente de dar a segurança aos profissionais ali lotados e ao "próprio do estado", também e por último sabemos que grande parte do sentenciados ali alojados, são reincidentes, com processos ainda em andamento e sem as condenações dos mesmos, com penas grande, pois com o advento também do fim da não progressão para os delitos hediondos, temos detentos que cumprem 1/6 da pena e ali estão com TCP que ultrapassam mais de 20 anos de condenação.
Então está na hora dos especialistas se mexerem e darem um fim nesta bagunça, coibir, e de forma armada e no estrito cumprimento do dever. Largar o aço nos vagabundos. Coloca-los no devido lugar, e acabar com o medo que ronda os CPPs.







