Traficantes são soltos e têm até "bens" devolvidos, mas o promotor que os combate vive como "prisioneiro".
Da Redação
04/10/2023
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| Promotor criminal do MPSP e integrante do Gaeco/SP fala sobre das dificuldades de se combater o crime no país, e sobre a condenação de morte que pesa sobre sua pessoa - Imagem: Reprodução |
A afirmação do promotor se deu durante entrevista ao programa Jornal Gente, transmitido simultaneamente pela Rádio Bandeirantes e TV BandNews.
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| Promotor de Justiça Lincoln Garkiya, do Ministério Público Estadual de São Paulo - Foto: Reprodução Rádio Bandeirantes/TV BandNews.) |
Ele vive protegido por policiais militares paulistas muito bem treinados para o enfrentamento desse tipo de risco. Sua ida aos estúdios do Jornal Gente, no Grupo Bandeirantes de Comunicação, foi cercada de expressivo aparato de segurança.
Promotor teve sua residência monitorada por drone da facção
Condenado à morte
O promotor de Justiça Lincoln Gakiya integra o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público de São Paulo em Presidente Prudente, investiga esse grupo criminoso desde o ano 2000.
Ele teve sua morte decretada pelo “PCC” após participar do esforço que transferiu para presídios federais de outros estados as princiais lideranças da organização criminosa.
Em março deste ano, a Polícia Federal descobriu um plano desses bandidos para sequestrar e assassinar autoridades, entre as quais o promotor Lincoln Gakiya.
A PF desarticulou o esquema criminoso por meio da Operação Sequaz, que prendeu nove suspeitos de fazer parte do gangue, oito deles no Estado de São Paulo.
Lincoln Gakiya foi entrevistado no Jornal Gente, que vai ao ar de segunda a sexta das 8h às 9h30, pelos jornalistas Thays Freitas, Sônia Blota, Pedro Campos e Cláudio Humberto.








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