Além da condenação de mais de 12 anos de prisão, a sentença também contém a decisão da perda imediata do cargo público de policial penal.
Por Redação O Sul
22 de dezembro de 2025
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| O servidor foi alvo de uma investigação rigorosa conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO/MPRS). (Foto: Divulgação) |
O servidor foi alvo de uma investigação rigorosa conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO/ ), em conjunto com a Corregedoria da Polícia Penal.
O esquema começou a ruir em 21 de agosto deste ano, quando o policial foi preso em flagrante. Logo em seguida, no dia 28 de agosto, foi deflagrada a Operação Rescaldo, que revelou a extensão das atividades ilícitas do servidor.
Durante as buscas nos armários utilizados pelo investigado na unidade prisional, foram apreendidos dois tijolos de cocaína e dois de maconha (totalizando quase 2 kg), R$ 18 mil em moeda corrente, além de celulares e anotações de controle.
As provas apresentadas pelo promotor de Justiça Manoel Figueiredo Antunes demonstraram que o policial se aproveitava do livre acesso às dependências do presídio para introduzir drogas e celulares, beneficiando diretamente detentos e facções criminosas.
A Justiça ressaltou que a conduta do réu não apenas violou seus deveres funcionais, mas também desestabilizou a segurança interna da casa prisional e afrontou a Administração Pública.
Além da prisão e perda do cargo, foi aplicada uma multa pecuniária. Os R$ 18 mil apreendidos tiveram perdimento decretado e serão revertidos ao Fundo Nacional Antidrogas (Funad).
Localização do Presídio Regional na Serra Gaúcha
Fonte: O Sul







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